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05/07/2010 - 09h25 Você conhece Flávio Presser, diretor do DMAE?

Aquele que propõe a reestruturação do Departamento?

Ele participou do governo Brito quando foi privatizada a CRT e a CEEE e tentaram vender o Banrisul.

Suas ações autoritárias são conhecidas dos servidores:
- Cortou as horas extras dos servidores da leitura (somente recuperadas após a mobilização dos trabalhadores).
- Durante a greve de 2007, reprimiu duramente o movimento, chamando o Batalhão de Choque da BM, como nunca havia acontecido.
- Após a greve, perseguiu a categoria: proibiu a execução de horas extras pelos servidores grevistas, transferiu trabalhadores dos seus locais de trabalho, retirou vantagens (FGs e GIAs), cortou a indenização de insalubridade sem melhorar as condições de trabalho.
- Tentou impedir as atividades sindicais: não liberou diretores e conselheiros eleitos para participar das atividades do SIMPA; proibiu o ingresso do SIMPA nas dependências do DMAE, utilizando a Guarda Municipal, que agrediu fisicamente a diretoria do Sindicato.
- Construiu um projeto de Plano de Carreira que retira vantagens (avanços, adicionais e progressões) sem debater com a categoria. Este projeto custou mais de R$ 500 mil aos cofres municipais, sem licitação.

E hoje, Flávio Presser ataca e desrespeita os servidores públicos. Leia sua declaração, onde expressa sua visão do serviço público.

“O servidor da empresa terceirizada trabalha melhor que o servidor concursado”, afirmou Presser, em reunião realizada no dia 28 de junho, na presença de servidores e da direção do SIMPA, para discutir o projeto de reestruturação do DMAE.

Colega municipário, o diretor do DMAE tornou explícito o seu propósito com o projeto de reestruturação do Departamento. Longe de defender o DMAE público e universal, ele propõe um projeto de reestruturação que prepare para a privatização.

O SIMPA acredita que um estudo sério sobre a estrutura do DMAE deveria abordar o processo de terceirização já existente. Não podemos esquecer que, este ano, um jovem morreu em decorrência de um serviço mal executado por uma empresa terceirizada.

Para começar o fortalecimento do DMAE é preciso realizar concurso público para preencher 1.500 cargos vagos.

O SIMPA defende:
- Que o projeto de reestruturação do DMAE seja retirado imediatamente de tramitação na Câmara de Vereadores;
- Realização do concurso público para preenchimento dos cargos vagos;
- Fim das terceirizações;
- Democratização das relações de trabalho dentro do DMAE;
- Reconhecimento da essencialidade.

O TRABALHO DO SERVIDOR DO DMAE É ESSENCIAL -110% JÁ